quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Tany & Doni

Entrei na faculdade em 2007, certo? Eles entraram em 2008.
Nos encontrávamos pelos banquinhos da faculdade porque tínhamos amigos em comum. Eu sempre quis me aproximar deles. Eram o "Casal Feliz" e eram lindos. Pareciam pessoas legais também. Mas nunca tive abertura nem ideias pra começar algum papo que pudesse levar a alguma aproximação.
Algumas vezes ela me criticava e eu achava que ela me odiava por isso: "Ai, que brinco é esse? Nada a ver vc usar isso...". Enfim, deixei pra lá.
"Mas a vida... a vida é uma caixinha de surpresas!" (KLIMBER, 2006)
Fizemos algumas matérias da faculdade juntos e nos falávamos superficialmente. Até que no primeiro semestre deste ano, fizemos Pesquisa e Prática de Ensino II. Nos aproximamos mais, conversávamos mais e tínhamos mais liberdade nas brincadeiras. Entendi que ela não era tão esnobe quanto parecia e que ele tinha um senso de humor incrível.
Através de terceiros, em maio, embarcamos em uma batalha. Resolvemos montar uma chapa pro Diretório Acadêmico da faculdade (tipo o grêmio estudantil da escola, sabe?). Começamos a marcar reuniões e discutir as melhorias que o nosso curso precisava. Começamos a nos ver mais, conversar mais, fazer novas coisas juntos.
Estávamos super empolgados com a ideia de 'fazer mudar' e encontramos coisas em comum entre a garota do brinco esquisito e a fofa-linda das unhas coloridas. Discutíamos política fervorosamente durante as 24h do dia, eu e ela. Ele ria e achava tudo isso um exagero.
Fizemos trabalhos da faculdade juntos e passávamos tardes no Instituto de Matemática fazendo material e falando mal da vida dos outros. E aí, 'benhê', já era tarde. Eu já estava apaixonada por eles (se é que você entende o sentido do "apaixonada", caro leitor).

No final da batalha, infelizmente não conseguimos atingir o objetivo. Mas como eu já disse pra ela, a nossa amizade foi a minha grande recompensa.

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